
Quem me conhece sabe que desde o início eu não era muito adepto ao Twitter. Não me impressionei muito quando soube do que se tratava e o conceito principal dele. Se você tem um blog que tem a quantidade de caracteres "ilimitados" (ao contrário de um dos conceitos do twitter), para que que eu vou estar postando em um lugar onde eu preciso me limitar bastante para expressar alguma coisa?
Dias e meses foram passando e a quantidade de usuários ia aumentando cada vez mais. Amigos, companheiros de trabalho, professores, palestrantes, todos não falavam de outra coisa. Até que eu decidi dar uma chance ao Twitter e testar para dar uma melhor avaliação e não ser injusto. Por que que eu fui fazer isto? Hoje completa 1 mês e 3 dias de uso, e até este momento já fiz 236 updates. Se antes eu não conseguia me organizar e dar um tempo e estar sempre postando aqui no blog, imagine agora! Porém minha intenção não é abandonar este meu blog, e por isto venho compartilhar um pouco da minha visão sobre esta ferramenta para quem ainda não teve o prazer de utilizá-la.
Ter seus textos limitados em 140 caracteres inicialmente é ruim, mas estes são suficientes para você expressar seus sentimentos, pensamentos ou até mesmo colocar links e vídeos interessantes que você acabou de acessar. Conseguir se limitar a estes poucos caracteres é uma tarefa difícil, mas só no início pela falta de costume. Tudo estará interligado a milhões e milhões de usuários e seguidores que estarão acompanhando os seus passos e fazendo uma divulgação massiva de tudo. O Twitter simplesmente uniu o conceito do texto breve e resumido na Web com a teoria de comunidade e interação tão valorizada na atualidade. Várias empresas e famosos já estão aderindo a ele e ao conhecerem a potencialidade de divulgação, investem em publicidade e conseguem resultados positivos em pouco tempo. Ações de Marketing via Twitter está virando "moda" nas agências. E este cenário tende a crescer cada vez mais!
Profissionais de grandes empresas estão presentes na Twitosfera dando dicas diárias sobre diversos assuntos. Um dos grandes exemplos está um dos mestres do Google, Matt Cutts que posta diariamente vídeos de SEO para o canal de webmasters exclusivo no Youtube.
Além destes conceitos e opinião do Twitter, trago boas notícias. Apesar do tempo apertado, estou concluindo o meu novo site que deverá entrar no ar em algumas semanas. Gostaria de alocar mais tempo para este projeto e concluí-lo logo, mas a coisa está bem apertada ultimamente. Aproveitar e agradecer a Julio Fragoso, meu amigo que foi um dos maiores incentivadores na minha entrada no Twitter. Vou ficando por aqui e não esqueça de visitar o meu Twitter. E para quem ainda não possui, tenha cuidado para não viciar!
Nos últimos dias venho discutindo com alguns amigos de estudo e do trabalho sobre um tema pouco discutido pelos profissionais da área. Será que só estar na internet é um bem realmente necessário para as empresas? Ter apenas um sitezinho com seu endereço e telefone comercial, que na maioria das vezes foi feito por um sobrinho? Em alguns poucos casos, sim. Mas na maioria, não! Mas por que será?
É fundamental que a empresa que irá desenvolver o site saiba do real interesse e necessidade do cliente. Estar na internet é o que a maioria das empresas fazem no mundo virtual hoje. Este é o resultado da ausência de uma visão estratégica formada e a falta de conhecimento das potências que a internet pode oferecer. Nos últimos dias a TIM lançou uma campanha bastante interessante que merece uma breve análise junto com o pensamento atual das empresas. Uma frase que está presente no comercial resume tudo: "toda banda larga será inútil se a mente for estreita". E do que adianta termos tanta tecnologia e facilidade para análise de resultados, se nós não usamos a criatividade e nem damos liberdade a nossa mente?
Liberdade na web não trata exclusivamente do visual do site. Mas as soluções, o conteúdo, os sistemas entre outros pontos. É preciso analisar o que o cliente do seu cliente realmente almeja e está procurando para criar a solução ideal para ele. E quem deve pensar nesta solução? O próprio desenvolvedor web! Este é o profissional (pelo menos deve ser) que realmente conhece o ambiente web e possui uma certa intimidade com os resultados.
O marketing nos anos 80 não dava importância ao feedback do cliente tratando isto sem nenhuma importância. A real necessidade do tempo, além do crescimento da concorrência fez com que fosse feito uma re-análise deste ponto. E por que não usar isto nos nossos projetos web?
Integrar a comunicação e dar personalidade da marca na web, utilizar as ferramentas de interação e estreitar a relação com o usuário do site são alguns pontos cruciais para conseguir atingir os objetivos de seu cliente. Lembre-se: fazer um site com um menu contendo apenas Empresa, Serviços e um Fale Conosco (sem funcionar, mesmo!) pode ser o interesse de seu cliente. Mas pode ser que isto não seja a sua real necessidade. Então tente pescar isto do seu cliente para que o projeto tenha um retorno positivo. Só assim que seu trabalho será reconhecido!
Quero aproveitar para divulgar uma entrevista comigo que está na edição de Março de 2009 da Revista Webdesign. A matéria aborda a realidade e alguns pontos que podem ser investidos em projetos de futebol na web além de análises dos sites atuais de grandes clubes. Não deixem de conferir!
Quem me conhece sabe do quanto eu valorizo (e gostaria de valorizar ainda mais) o planejamento em GP (leia Gerenciamento de Projetos). No último sábado tive a primeira aula do curso de Gerenciamento de Projetos na FCAP que abriu ainda mais a minha mente sobre o caso. Este foi o tema de um dos meus primeiros posts aqui no blog (Planejar é preciso...) e irei aprofundá-lo mais um pouco.
Em resumo, o objetivo geral de qualquer gerente de projetos é “simples”: Sempre fazer mais por menos. Mas como conseguir um resultado tão positivo no projeto? Será que é tão simples como uma receita de bolo? Não. Existem várias etapas e processos que devem ser feitos com bastante cuidado e dedicação para conseguir a eficácia do projeto. Ricardo Vargas (um dos gurus de GP) comenta que: “o caminho correto de um projeto é uma linha reta de onde você está até onde você quer chegar”. E o que isto quer dizer? Fazer todo o escopo do projeto de acordo com a necessidade real do cliente sem mudanças no decorrer.
Adicionar novas funcionalidades no meio do projeto, mudanças em processos e etapas já realizadas e aprovadas, além de atrasos do cliente são acontecimentos comuns na maioria dos projetos. Para minimizar isto, é importantíssimo ter uma documentação oficial do escopo do projeto além da aprovação de todas as etapas assinado pelo cliente. Vale ressaltar que em várias ocasiões o atraso também é ocasionado por culpa da agência, que não consegue estimar o tempo de projeto corretamente. Tomar como base o tempo gasto em projetos anteriores de tamanho similar, além de pesquisar com outros profissionais da área são algumas dicas para evitar este tipo de problema.
Por parte da empresa de desenvolvimento, é importante definir quais etapas do projeto terão um caminho mais crítico, para investir maiores recursos nelas, que podem ser financeiros ou até mesmo pessoais. Para que tanto designers associados a um projeto, se a maior carga de trabalho está nos sistemas do site? Caso você não tenha os recursos suficientes, é importante cotar qual o investimento que será necessário para não se surpreender depois do início do projeto.
Ter como base a real necessidade do cliente também é importante. A partir desta a empresa desenvolvedora poderá projetar a solução ideal, porém isto deve ser feito na etapa inicial do projeto, pois dependendo do caso, a solução pode tornar um sério problema de custo ou prazo.
Por estes e outros motivos, defendo sempre a teoria: Planejar é preciso! Na maioria das vezes, o tempo investido para planejamento sempre possui um retorno positivo. Então não tenha medo ao alocar um tempo realmente necessário para esta etapa tão fundamental.
Quero aproveitar para agradecer aos meus novos companheiros de turma Djalma Araújo, Luiz Felipe e Paulo Tadeu! Vamos à luta, pessoal.
Logo no início do ano eu lancei um post falando sobre a popularidade da internet no Brasil. Falei sobre a internet nos shoppings e até em praias brasileiras, mas ao ler uma matéria hoje soube que isso já é coisa do passado. Saibam que já existe internet sem fio até em taxis comuns, rodando pelas cidades brasileiras. Em alguns casos, além de contar com o acesso, também existe um notebook disponível para o passageiro utilizar enquanto está no taxi ou conectar o seu próprio computador pessoal, com uma tomada de 220V que está à disposição do passageiro.
O taxista entrevistado também comentou que aconteceu um caso curioso, onde um empresário de São Paulo o perguntou por onde havia uma lan house para que ele pudesse enviar uns emails, já que ele era turista e não conhecia a cidade. O resultado foi surpresa para o empresário que ficou dentro do taxi (parado mesmo) só para acessar a internet.
Além destas novidades, o taxista também comentou que além das aquisições (ops, investimento) ele também está planejando instalar um frigobar para que o passageiro possa beber alguma coisa durante a viagem. Praticamente uma limousine acessível para qualquer um. E tudo isto pagando apenas a bandeira normal sem nenhum custo adicional.
Investimento que aumentou o fluxo de passageiros, inclusive passageiros “vips” que só querem andar em seu taxi agora. Quem imaginava que os taxistas não tinham o que inovar, saiba que várias idéias ainda podem surgir. Afinal, a idéia está no ar. Basta estar atento para pegá-las!